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Mosaico de Fotos

28 de setembro de 2012

Passa batom em mim

Faz um tempo que Alice se interessa pelos meus esmaltes, repara na maquiagem. Faz de conta que passa batom, finge lixar as unhas, essas coisas de menina imitando a mãe. Mas até hoje nunca tinha demostrado vontade de usar nela.

Eu sabia que ela pediria logo e esse dia chegou. Hoje, brincando de beijar pedaços de papel e me dar eu também beijei de batom e dei pra ela e depois de alguns beijinhos no papel ela pede, mostrando a própria boca: "Passa batom em mim."

Well, well, eu sou daquelas que não curte mesmo criança com maquiagem ou esmalte, por dois motivos:
-meninas são naturalmente lindas, e devem aproveitar isso, essa não necessidade de se enfeitaram, essa liberdade de estarem sempre prontas sem artifícios;
-e o mais importante, esses produtos podem causar alergias, e não é só no momento que passam, o uso precoce de certas substâncias podem causar alergias ao longo da vida.

Então eu peguei minha menininha no colo, e expliquei que criança não usa batom, só gente grande. Questionei, se ela já viu as amiguinhas de batom, ela disse que não. E falei que ela podia fazer de conta.
Alice desceu do meu colo, pegou uma colher rosa e "passou batom" toda feliz, simples assim.

Sei que outros pedidos virão, por enquanto dá pra segurar assim na base da brincadeira.

Feita com editor de imagens, só pra ter uma idéia da diferença...


27 de setembro de 2012

A garotinha

E de repente, não mais que de repente Alice se transformou, demorei alguns dias para reconhecer minha filha nessa criaturinha cheia de vontades e birrenta e chorona e nervosa e....

Foi assim, numa bela tarde de muito calor, como no dia anterior peguei a caixa de brinquedos para encher de água e ela brincar um pouco antes do banho da tarde, coisa que ela sempre adorou. Coloquei os brinquedos, liguei chuveiro e quando chamo a minha Alice, uma outra garotinha responde que não quer tomar banho, insisto pouco pois não era uma necessidade daquele momento e deixo pra lá.

A noite na hora do banho essa garotinha diz novamente que não quer tomar banho e dá trabalho pra entrar no chuveiro e chora muito e grita e  a mãe chora...

Na noite seguinte a mesma coisa, não queria tomar banho, então tentei mudar a rotina (eu entro no chuveiro, pai tira a roupa da pequena, me dá ela, depois pega para levar pro quarto e colocar pijama), levei a tal da garotinha para o banheiro, fechei a porta e disse que nós duas íamos tomar banho juntas, então ela se rebelou pra valer, e quanto mais eu tentava acalmá-la, mais ela chorava e gritava e  começou a dar tapas nela e me acertou também, eu apenas virei ela na direção do bidê e ela continuou estapeando o coitado, descontroladérrima, eu tive que intervir pois sua mãozinha já estava ficando roxa.

Desisti e chamei o pai, ele entrou pegou ela no colo, e enquanto ela gritava, esperneava, (ela só não xingou por que ainda não sabe) ele tirou sua roupa e me deu a garotinha, eu chorava embaixo do chuveiro e pensava em levar na psicóloga, benzer, e tentava achar uma explicação para aquela cena.

Depois desse episódio mais assustador, conversei com algumas mães com filho na mesma idade, e todos eles foram abdusidos, todos com os mesmos sintomas. Ufa, pelo menos não somos os únicos pais com filhos surtados em casa.

Mais tranquilos, pai e eu decidimos pela firmeza com as coisas que são essencias (banho, hora da comida, hora de dormir...) e mais flexíveis com outras, para nos poupar de tanto estresse. Essa garotinha (até que nossa Alice volte) pode escolher uma roupa, pode não querer tomar o banho da tarde, pode não querer ir ao parquinho...)

Depois da birra para não tomar banho em que o pai colocou a garotinha embaixo do chuveiro, nas noites seguintes, avisada que é hora do banho, ela reclama, e é notificada que vai tomar banho sim, quer queira quer não. E ela tem reclamado muito pouco. Acredita que ontem, durante a reclamação para não tirar a roupa, a gente pegou ela rindo, RINDO minha gente, como se aquilo fosse uma brincadeira legal de fazer com o pai...

 Percebemos que a garotinha ainda tem nossa Alice dentro dela, pois Alice é bem esperta, entende o que explicamos rapidamente e entendeu que esse tipo de birra não vai funcionar por aqui.

E em pouco dias tudo se tranquilizou novamente, Alice está numa fase adorável, brinca, conversa, está carinhosa. Mas eu continuo ouvindo um tic tic tic tic, me alertando que a garotinha pode explodir a qualquer momento...

26 de setembro de 2012

Responsabilidade e equilíbrio

Ah, a maternidade e todas as reflexões que ela traz...ou não.
Quando escutei o chorinho de Alice na maternidade e a peguei nos braços pela primeira vez a única coisa que bateu forte, mas forte mesmo, foi um sentimento de responsabilidade absurdo.
E o tempo foi passando e de repente Alice completou dois anos, e eu completei dois anos como mãe/cuidadora período integral. A responsabilidade é realmente grande e ainda assusta.

Mas o que tem me consumido os neurônios por agora é a busca pelo equilíbrio, se é que mulher+maternidade+esposa+alguns dias de TPM+terrible twos combine com a palavra equilíbrio, né.
E aí mesmo que o bicho pega, nesse tempo de mãe/blogueira e com contato ao vivo com outras tantas mães eu sinto uma falta de equilíbrio enorme no maternar. Essa é a minha percepção, só minha, apenas minha??? Claro que não, acredito haver muitas outras mulheres/mães que se sintam assim também.

 Eu ando por aí e vejo muitas correntes, tem da alimentação saudável, do attatchment parenting, do "sou mulher/mãe independente e meu filho vai pro berçário com 6 meses, é bom pra independência dele", tem gente a favor das palmadas e do deixar chorar, tem de TUDO.
E eu tenho uma dificuldade enorme em aderir a tais seguimentos, já parei de seguir muitos blogs por não conseguir ficar lendo sobre o mesmo assunto como se não houvesse um conjunto de coisas importantes na criação de um filho. Acho perigoso demais a gente se fechar à uma doutrina, uma filosofia, um tipo de alimentação, a vida é plural demais e quando acreditamos demais em algo a tendência é pararmos de questionar e o próximo passo é a não evolução.

Levando esses pensamentos para a maternidade eu sempre questiono, o  que é importante nos cuidados com um filho, quais são as prioridades, o que não pode faltar de jeito nenhum e o que é opcional????????
O que eu acho ser bom pra Alice é realmente bom pra ela???? Me preocupo com a saúde física, e também com a saúde emocional, e com a educação formal e...e...e...e penso, e questiono junto ao marido e vamos moldando a nossa família.

Equilíbrio é difícil demais, mas pelos menos pensar sobre isso já nos dá a oportunidade de estarmos abertos e disponiveis para tentar conseguir chegar o mais próximo possível de uma vida balanceada.
Penso, logo insisto nessa busca e que Deus me ajude, amém!

24 de setembro de 2012

Pérolas de Alice (27 de infinitas)

Alice brincava com várias crianças dentro de um canteiro desativado no parquinho quando uma mãe entra, ela olha pra cima e fala:
"Aqui é lugar de quiança..."
"Tá bom Alice, você está certa." diz a mãe saindo do canteiro e morrendo de rir.


Pai chega em casa e percebe que o nariz de Alice está sujo, então fala:
"Vamos limpar o nariz com sorine?"
"Eu limpo com o dedo."


Alice e papai brincando no quarto, papai montando coisinhas com os pinos mágicos,
então Alice reclama:
"Para de montar, vem dançá comigo píncipe Éric."


Um dia Alice não queria vestir blusa pois estava "fantasiada" de sereia enrolada na manta do sofá, então o pai explicou pra ela que sereias usavam tops, que eram blusas pequenas que mostram a barriga, então outro dia ela pegou a Jasmine e falou:
"A Jasmine tá de top."


Depois que Alice e eu cortarmos o cabelo, eu estava pagando quando o papai sai com Alice pra calçada e ela começa chorar desesperada, eu vou até eles achando que que ela chorava por ter se afastado de mim e ela grita:
"Eu não quero ir embora da cabelereeeera..."


No parque Alice vê a lagoa com a água bem esverdeada e depois de um tempo pede:
"Vamos procurar a lagoa azul?"


No cinema, logo após começar o filma, eu não paro de olhar pra Alice, pra ver se ela está gostando, se os óculos 3D estão certos então ela fala:
"Mamãe."
"Que?"
"Você não tá assistino o filme." 


Biblioteca no Parque, Alice e eu adoramos!







19 de setembro de 2012

Sendo mãe e aprendendo...

Era sábado a noite, Alice já havia dormido, eu fazia as unhas na sala e marido assistia TV quando a pequena começou chorar. O papai que foi socorrer e deu um grito, quando cheguei no quarto Alice acabava de vomitar no colo do pai e na cama estava toda a janta e leite. Eu então perguntei: "O que eu faço?" toda perdida e o pai: "Vai ter que estragar suas unhas..." Eu não estava pensando nas unhas...eu não sabia mesmo o que fazer com a situação...(aliás as unhas foram salvas pela cobertura da Risqué para brilho e secagem rápida, minha gente, fuciona mesmo, eu tinha acabado de passar na última unha, dei banho na Alice e a unhas não estragaram...)

Primeiro pensei que fosse um caso isolado de estômago muito cheio, mas enquanto o pai limpava a cama da pequena, deitei ela na nossa cama e ela pediu água. Já parecia estar dormindo novamente quando começa vomitar a água.
Lá fomos nós para o sofá e outro vômito, e outro. Então eu falei: "Vamos para o pronto atendimento." E lá fomos nós no meio da madrugada. Na entrada do hospital outro vômito, tive a certeza de ter tomado a decisão certa em procurar uma orientação mesmo sendo quase 3:00 da manhã.
Não tinha quase ninguém na emergência, e fomos atendidos dentro de 20 minutos. O médico escutou a gente, examinou Alice, avaliou o quadro e disse que poderia ser intoxicação alimentar ou gastroenterite. Prescreveu injeção de anti vômito para ser aplicada no hospital e espera de 50 minutos, dar pedialyte e se não houcesse vômitos podíamos ir pra casa.
Alice se assustou muito com a injeção intramuscular no bumbum, ela só tinha tomando vacinas na coxa. Depois disso ela só pedia: "Vamos pá casa?" e se agarrava na gente. Ela já estava acordada desde antes de meia -noite e já eram quase 4:00 e nada dela domir. Passados os 50 minutos tentamos dar pedialyte mas ela não aceitou dejeito nenhum. Fomos para casa assim mesmo pois ela estava muito insegura no hospital, dormiu assim que entrou no carro.

Pela hora que ela dormiu pensei que acordaria tarde, mas que nada, às 8:00 já estava acordando e pedindo leite. Demos o anti vômito e  metade da quantidade de leite que ela costuma tomar e um tempinho depois ela vomitou tudo. Demos o antivômito novamente e ela conseguiu comer 3 pãezinhos de queijo daqueles pequenos e pedia água, água. Não conseguimos dar o soro, nem gatorade, nem os sucos que ela gosta, só água e ela vomitou novamente.

Na hora do almoço fiz uma sopinha de fubá, carne moída e legumes ralados, bem suave, ela comeu algumas colheres.
No meio da tarde começou a ter febre, medicamos e ela vomitou (dessa vez por causa do medicamento) demos novamente e parou no estômago e ela dormiu. Depois disso, foi só dormir, acordar, tomar água, ficar quietinha sem falar e sem brincar, nessa hora eu entendi o significado da palavra prostrada, que eu já achava feia, ficou assustadora também. Foi assim até 1:00 da manhã, quando ela acordou, fomos para sala, dei pão de queijo (eu tinha assado antes de ir dormir, pois ela ama e sabia que seria útil nessa hora) ela comeu um pouco, bebeu água, e ficamos na sala até mais de 2:00, quando percebi que ela estava com sono, coloquei ela na sua cama e deitei na cama ao lado.

As 4:00 tinha dose de anti vômito e então a mãeloka tentou colocar a colher com remédio na boca de Alice sem ela acordar...ela não só acordou, como vomitou o lanchinho do meio da noite. Decidimos parar com os medicamentos, ela não tinha mais febre e as 3 últimas vezes tinha vomitado justamento por causa do remédio, não fazia sentido continuar.

Alice não dormiu mais, estava visivelmente melhor do que na tarde anterior, brincou deitada no chão sala, acho que por estar fraca demais, mas deu um jeitinho de brincar, limpou a sala toda com o cabelinho. Tomou leite em duas etapas e não vomitou, mas também não aceitou outra coisa, além de água. Pouco depois das 11:00 dei um banho e ela apagou na cama, achei bom pois ela estava muito cansada. E ela dormiu, dormiu, as 15:00 comecei a ficar muito preocupada, ia no quarto toda hora, e ela estava com sono tranquilo e sem febre. As 16:00 acordei a pequena, ela levantou de bom humor, pedindo leite: "Faz leite pá mim." Tomou leite e não vomitou, ufa...

No final da tarde pai e eu começamos passar mal, Alice estava melhor, comeu um tiquinho de sopa de lacinho que ela adora. A noite seguimos com a rotina, banho, leite e cama. Alice dormiu a noite toda e quando acordou ouvi: "Faz leite pá mim, vamos pá sala? Você é uam gatinha, faz miau..." Eu estava péssima, tinha tido febre na noite anterior, vomitado, mas fiquei numa felicidade de ver Alice toda animadinha de novo.
Passamos a terça em casa, Alice aprontando e mamãe no sofá, na cama...

Conclusões sobre o ocorrido:

Alice nunca tinha adoecido antes desse episódio. Tinha tido indisposições apenas.
Pai e eu não sabemos nada de remedinhos ou procedimentos para esses casos.
É muito bom conhecer a cria, para saber o que oferecer para comer, e a hora de parar o medicamento (quando este pode ser interrompido)
Alice é magra, mas é forte mesmo. Ter sempre sido caxias com a alimentação dela valeu a pena, vale a pena.
Vou precisar de paciência para Alice voltar a comer o de costume novamente.


No sofá, domingo a tarde...

Dando um jeitinho de brincar na segunda de manhã...


Quarta de manhã, totalmente recuperada!


P.S.: Toda vez que passava mal, que algo doía, que ela foi judiada (injeção, remédio na marra) Alice falava: "Aaaah, ma-mãe..." sentida, chorosa, de cortar o coração mesmo.



17 de setembro de 2012

Pérolas de Alice (26 de infinitas)

 No caminho, voltando do parquinho:
"De quem é aquela casa?"
"Não sei filha, a gente não conhece todo mundo que mora nas casas."
"É das pessoas."


Alice me vê ralando uma abobrinha e pergunta:
"Mamãe o que você está lixando???"


"Tansformei em Alice"
E rola pelo sofá:
"Tansformei em bichinho."
"Que bichinho?"
"Uma Joaninha."
Rola novamente pelo sofá:
"Tansformei em Alice..."


Alice ganhou uma lembrancinha de aniversário feita com pote de papinha, quando estamos vindo embora de carro ela puxa o tecido que cobria a tampa, fica surpresa e grita:
"A papinha de usso, o usso tava na festa..."


Alice entra no carro balançando a cabeça e olhando para o nariz dizendo:
"Meu naliz não balança, meu naliz não balança..."


No carro...
"De que o papai tá?"
"De blusa cinza e calça jeans."
"De que a mamãe tá?"
"De blusa lilás e short jeans e você?
"De remelho."
"E sua bermuda?"
"É cololida." (listrada de vermelho, azul e amarelo)


Na loja de colchões:
"O que o papai tá fazendo?"
"Comprando colchão." e mostro um colchão de cama box que Alice está encostada:
"Parece uma cama..."


Alice roda, roda e quando para fala:
"Tá rodando a nossa casa..."


O pai arrumando a cama da Alice e al vai subindo?
"Alice não sobe na cama que vc está com o pé sujo."
"Você tá com o pé limpinho?"

Brincando de esconde-esconde pela casa, eu e Alice escondidas atrás da porta do banheiro e o papai procurando:
"Vocês estão no quarto?"
"Nãão..."

Na hora do almoço:
"Que bichinho gosta de "istooo-gonofe?"


"Papai vc é um píncipe."
"E você é uma princesa."
"Não, sou uma bailarina. Póe ropa de píncipe papai..."


Voltando do parquinho, sob o sol quente, Alice empaca numa calçada, faltando uma lajota:
"Tá faltano um...alguém istagou, alguém istagou o caminho."
E a mamãe tentando fazer a pequena continuar indo pra casa.

 Na sala de espera do dentista, Alice escorregando os pés:
"Alice para."
"Estou patinando."
"Não é lugar pra patinar e você não está de patins."
Vamos compá um patins pá mim?

 Eu tentando organizar algumas coisas e Alice vem:
"Qual o meu nome?"
Eu distraída coloco o meu sobrenome que ela não tem:
"Alice Fregnani Barbosa Rosa."
"Não, esse não é o meu nome."
"Qual é seu nome?"
"Alice Fregnani Rosa."


Alice anda imediatista demais, quer tudo na hora e temos ensinado ela a pedir com educação e esperar, então que se deu o seguinte diálogo:
"Quero água, quero água, quero água." (gritando sem parar)
"Como que pede Alice?" (falo olhando pra ela com muita calma)
"Água pu favô, palavinha mágica pu favor..."




Aqui estão pérolas de duas semanas, nem sei o motivo de não ter publicado semana passada, não lembro.
Na semana que passou Alice começou a se interessar pelo interior das coisas, muito engraçado, ela pergunta, olhando para o planeta terra: "Que tem dento da terra?" depois vem com cotonete para limpar meu ouvido e pergunta: "Que tem dento de você?" e depois vem com uma caneta: "Que tem dento da caneta?" e lá vou eu desmontar a caneta para mostrar.

Também escutei o primeiro "por que?" Alice via um desenho da Casa do Mickey quando perguntou:
"Não foram pá marte pu que?"
 Fiquei emocionada igual quando ela estendeu a mãozinha pela primeira vez para pegar um objeto que nem respondi sua pergunta...

11 de setembro de 2012

Passeio sem fotos

Eu sou maluca por fotografia desde muito pequena. Guardo as fotografias muito antigas que eram dos meu avós como relíquia. Desde que comprei a minha primeira câmera digital mais de 8 anos atrás que eu praticamente tiro fotos todos os dias da minha vida.
Agora imaginem o tanto de foto que Alice tem...eu não faço a mínima idéia.
E domingo a tarde fomos passear no Museu de História Natural da UFMG aqui perto de casa e eu resolvi não levar a câmera. Foi divertido participar de tudo sem estar olhando pela lente da câmera e estranho não ter imagens agora para contar como foi.
O museu tem uma mata densa ao redor e Alice chama de "foresta", viu cutias, miquinhos nas árvores, tartaruga e peixes, muitas borboletas. Andou e correu muito. 
Adorou ver o dinossauro "gigante" da entrada e queria levá-lo para casa. Vistou uma caverna feita na entrada da parte que mostra pedras brasileiras e adorou as "pedas coloridas".
Viu os esqueletos de dinossauros como sendo algo natural. Subiu em mim imitando uma preguiça quando viu o esqueletos de uma Preguiça Gigante. Procurou bichinhos na "foresta" e se aconchegou para descansar um pouco no colo da mamãe ou no cangote do papai.
Viu mapa do "paneta terra" e pediu pra ver o "paneta Maite", encontrou uma menininha de vestido e chamou de "pincesa". Procurou sapos por todo lado, ela é doida pra ver sapo de verdade, mas nunca encontramos.
Ficamos umas 2 horas no museu e foi bom demais. Na próxima vez levo câmera, mas também vou fazer mais passeios sem ter que tirar fotos com certeza.